Shantala

A massagem é indiana e cada vez mais faz parte da rotina de cuidados de pais e bebês. A técnica é milenar e foi descoberta na década 70 pelo médico obstetra Frédérick Leboyer que numa viagem a Índia viu uma mulher massageando seu bebê, algo tão natural para ela, mas não para Leboyer que registrou esse momento de cumplicidade entre mãe e filho. Do encontro nasceu o livro e a jovem mãe recebeu uma homenagem, pois a técnica foi batizada com o seu nome, Shantala.

O conhecimento da técnica vem da massagem ayurvédica e yoga e da preocupação constante do indiano em promover saúde desde os primeiros meses de vida.

A massagem é encantadora reforça o vínculo afetivo através do toque carinhoso das mãos e transmite amor!

Logo nos primeiros dias os benefícios aparecem, o bebê dorme melhor, o corpo fica mais relaxado e até as famosas cólicas costumam amenizar.

A Shantala ainda estimula o corpo do bebê a trabalhar em harmonia, melhorando a produção de anticorpos e ampliando a respiração. O pequeno descobrirá melhor o seu corpo e passará por todas as fases motoras (rolar, sentar, engatinhar e andar) com mais naturalidade.
 
A partir do primeiro mês de vida, os bebês já podem receber Shantala e também pode ser iniciada em qualquer faixa etária (até em crianças grandes) e deverá ser realizada enquanto houver consentimento de ambos.

Todas as criança podem receber Shantala, até mesmo aquelas que nasceram prematuramente e crianças com deficiências.

A Shantala é realizada com o bebê ou criança desnudo, sobre as pernas estendidas da mãe, num local tranquilo e aquecido, para deslizar usamos óleo de origem vegetal.

A massagem dura de 15 a 30 minutos, dependendo da idade do pequeno e aceitação ao toque. Os movimentos são dinâmicos e alongamentos passivos por todo o corpo do bebê, tais como: peito, braços, mãos, barriga, pernas, pés, costas e rosto.